Conferências

 

Conferência Magna: O stress digital do século 21.

Cristiano Ricardo Faedo Nabuco de Abreu CRP 06/28039

Instituto de Psiquiatria do HCFMUSP 

O uso da tecnologia vem se fazendo presente desde a virada do século e se tornado cada vez mais frequente no cotidiano de crianças, jovens e adultos. Ocupando um papel importante na mediação dos relacionamentos, seu uso contínuo veio aproximando as pessoas, além de proporcionar outros benefícios já tão conhecidos por todos (como a busca de informações, navegação recreativa, profissional etc). 

Entretanto, a medida em que a utilização veio se tornando cada vez mais frequente e cotidiana, uma série de impactos negativos se manifestaram, ocasionando estresse, problemas nos relacionamentos pessoais, no trabalho, na educação e, principalmente, junto desenvolvimento psicológico humano. 

Assim sendo, essa conferencia irá se debruçar sobre os efeitos positivos, mas, principalmente, versará sobre os aspectos negativos do uso da tecnologia, bem como dos cuidados que devemos tomar para nos protegeremos a curto, médio e longo-prazo.

 

Palestrante

Cristiano Nabuco de Abreu é Psicólogo com 35 anos de experiência clínica. Tem Doutorado pela Universidade do Minho (Portugal) e Pós-Doutorado pelo Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Coordena os seguintes grupos: Núcleo de Dependências Tecnológicas do IPq-HC/FMUSP; Perseus Realidade Virtual para Saúde Mental. Atualmente, é consultor técnico do Governo Federal no MMFDH do Programa Reconecte. Publicou quinze livros sobre Psicologia e Saúde Mental, com especial destaque para “Internet Addiction in Children and Adolescents” pela Springer de NY, “Internet addiction: A handbook and Guide to Evaluation and Treatment” Wiley de NY, dentre outros.

Conferência de Abertura: A Nova Figura do Psicólogo na Crise Mundial: expansão de Poder e Responsabilidade

Dra. Marilda Emanuel Novaes Lipp CRP 06/16187

IPCS - Instituto de Psicologia e Controle do Stress

 

 

 

Este é o milênio do medo do desconhecido, da angústia do futuro. É, sem dúvida, o milênio da adaptação rápida como estratégia de sobrevivência. Um milênio a ser lembrado de preferência não pelas perdas e tragedias ocorridas, mas sim pelo maravilhoso poder adaptativo do ser humano. A pandemia da COVID-19 representa uma enorme crise de saúde global. Esta crise requer mudanças de comportamento em larga escala e representa um grande desafio psicológico para os indivíduos. Ao mesmo tempo em que os esforços para desenvolver intervenções médicas para o COVID-19 estão em andamento, os psicólogos também estão sendo chamados para reverem suas práticas, sua filosofia de atendimento e seu método de tratamento. Não, certamente, no que se refere a seus conceitos teóricos, mas sim no que diz respeito a seu modus operandi. Entender o ser humano em crise sempre foi o papel do psicólogo, mas entender a população mundial em angustia, medo e depressão é algo que a maioria de nós não antecipava precisar fazer.

 

 Adaptar-se às mudanças de estilo de vida, gerenciar o medo de contrair o vírus e se preocupar não só com sua própria família, mas também com os pacientes mostrando sinais de desalento coletivo não é tarefa fácil.  A prevalência de stress está apresentando crescimento global o que exige que profissionais da área da saúde mental se habilitem cada vez mais na prevenção e tratamento deste mal que tanto contribui para o desenvolvimento de transtornos mentais. Já éramos, antes da pandemia, um dos países mais ansiosos do mundo com a prevalência de 9,3% de pessoas diagnosticadas, somos o 5º. país do mundo em prevalência de depressão e automutilação! No momento atual esses números aumentaram significativamente e estamos lidando com um tsunami de problemas mentais. Sem dúvida, o papel do psicólogo clínico ganha alta relevância neste triste e complexo cenário. Muitas causas dos transtornos mentais e do stress são de natureza externa, tais como os resquícios da pandemia, fatores organizacionais, aceleração gerada pela rapidez competitiva de aparelhos eletrônicos, desemprego e incerteza econômica. Mas além dos fatores organizacionais, político-sociais que afetam o pensar, sentir e se comportar do ser humano, há também as condições internas que mais ainda contribuem para um estado de ansiedade e tensão principalmente aquelas ligadas ao modo de perceber e interpretar os desafios. Nem todos se desesperam na pandemia, nem todos entram em depressão e um dos fatores de imunidade é o nível de regulação emocional de cada um. O psicólogo precisa assumir uma nova figura na liderança do apaziguamento dos males, dores e angustias da população. Isto lhe dá um grande poder de ação e concomitantemente também lhe confere um alto nível de responsabilidade. Assim, é fundamental que todos nós, chamados a intervir nesta crise inimaginável, reflitamos sobre os benefícios e a responsabilidade lidar com a dor de tantos que em nós depositam suas angustias e esperanças. Há que se lembrar que o mais capaz, experiente e dedicado que seja o psicólogo, ele é também um ser humano que faz parte deste quadro ameaçado tão súbita e agressivamente pelo Coronavirus e  como membro desta sociedade moderna, estressada, ansiosa e depressiva, ele também está sujeito ao stress e ao transtorno mental. Sabemos por meio de inúmeras pesquisas que o stress gera dificuldade de concentração, interfere com o raciocínio lógico e a memória, cria irritabilidade e intolerância, além de muitos outros males físicos e mentais. Um psicólogo com altos níveis de stress está habilitado a promover um adequado tratamento de um paciente também estressado?  Neste quesito, há que se considerar a necessidade indispensável do terapeuta promover seu próprio autocuidado de modo a assegurar a competência clinica exigida para lidar com as angustias, estressores e incertezas daqueles que o procuram na busca de um alivio que só uma boa psicoterapia pode propiciar.

 

Palestrante

Psicóloga pela American University. Mestre e PhD. pela George Washington University. Pós doutorado com bolsa da FAPESP em stress social realizado no National Institute of Health (Orientador Dr. David Anderson) dos EUA. Presidente Emérita da Associação Brasileira de Stress, Membro do Conselho Cientifico da ABQV. Diretora presidente do Instituto de Psicologia e Controle do Stress (IPCS). Membro da Academia Paulista de Psicologia onde ocupa a cadeira numero 7 - Oscar Freire. Foi presidente da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (período de 2014-2018). Membro do Conselho Consultivo da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas ? FBTC. Tem vasta experiência na área de stress e qualidade de vida no Brasil, Estados Unidos, China e Europa. É autora/co-autora de 25 livros sobre stress e mais de 100 artigos científicos. Conduz pesquisas e treinamentos, profere palestras e assessora algumas das maiores empresas no Brasil nas áreas de stress, produtividade, bem estar e qualidade de vida. Responsável cientifica pela implantação de programas de controle do stress nas Secretarias de Segurança Pública dos Estados de Mato Grosso, Sergipe, Ceará e Tocantins.

Stress no Mundo Corporativo: Ações e Desafios

Prof Dr. Esdras Guerreiro Vasconcellos

USP - Universidade de São Paulo / Instituto de Psicologia

O que orienta uma pessoa na escolha de uma profissão tem relação complexa com fatores internos e externos. Nascem de parâmetros claros de Sucesso e tornam-se Ambições. O pano de fundo de tudo que fazemos é a busca pela Felicidade.  O stress bom (Eustress) tem a potencialidade de ajuda-lo nessa conquista, o stress mau (Distress) pode destruir seus sonhos e carreira. O Coping que utilizará para evita-lo dependerá de sua capacidade crítica de distinguir entre Custo e Benefício.  Muitas vezes “uma mente bem feita é uma mente que precisa ser refeita”

 

Palestrante

Graduação e Doutorado em Psicologia pela Universität München (Alemanha), é Docente de Graduação e Pós-Graduação em Psicologia Social e do Trabalho da Universidade de São Paulo (USP), ex-Docente de Pós-Graduação em Psicologia Clínica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e ex-Assistente de Pesquisas Internacionais de Stress do Instituto Alemão para o Avanço da Ciência “Max Planck”, Membro da Academia Paulista de Psicologia, cadeira n 10.

Suicídio e Automutilação: Qual o Papel do Stress?

Dra. Lucia Emmanoel Novaes Malagris CRP 05/3674

UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro

stress crônico pode estar associado a uma variedade de fenômenos e queixas dos indivíduos nas diversas áreas da vida envolvendo uma série de alterações psicofisiológicas que podem estar na base de transtornos físicos e psicológicos. Dentre os físicos, pode-se mencionar doenças cardiovasculares, neoplasias malignas, doenças respiratórias, gastroduodenais, dentre outros. Quanto aos psicológicos, pode-se citar os transtornos de ansiedade e de humor, que vêm aumentando no Brasil. Transtornos de ansiedade, segundo estatísticas atuais, acometem cerca de 9.3% da população, o que corresponde a 18,6 milhões de Brasileiros. Quanto à depressão, o índice é de 5,8%, ou seja, 1,5 milhão de pessoas. Além disso, 15% de estudantes Brasileiros sofrem de depressão o que tem contribuído para o aumento de comportamento automutilante e suicídio. Pesquisas revelam que o Brasail está experimentando uma epidemia de suicídio, sendo que de 2007 a 2016 foi responsável por 106 mil mortes. O país está em quinto lugar no mundo no que se refere à automutilação. O suicídio no Brasil é a quarta maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos e tem havido, nos últimos cinco anos, um aumento de 10% de suicídios entre jovens com idades enre 9 e 19 anos. Aspectos socioeconômicos, culturais, politicos e alto índice de stress têm sido relacionados à doença mental no Brasil, o que leva a se refletir sobre o papel do stress crônico na automutilação e no suicídio. Investigações para compreensão dessa relação necessitam ser cada vez mais desenvolvidas. O stress crônico gera um enfraquecimento geral do organismo, contribuindo para falta de motivação, de energia, de sentido de vida e de esperança, devido ao desgaste sofrido, o que pode, em alguns casos, estar na base de comportamentos suicidas ou de automutilação. A teoria interpessoal do suicídio postula que a falta de esperança e sentido de vida medeiam a relação entre pertencimento frustrado e suicídio. Muitas vezes o indivíduo não tem recursos pessoais para lidar com o stress e, outras vezes, as estratégias utilizadas são negativas e pioram o quadro de stress já instalado. A autoagressão pode ser, para algumas pessoas, a única forma de alívio do stress e da tensão que conseguem vislumbrar. Aprender o controle saudável do stress revela-se como fundamental, mesmo que não o suficiente, para contribuir para redução dos índices de suicídio de automutilação, na medida em que a pessoa aprende estratégias adaptativas e, assim, pode deixar de lançar mão da autoagressão.

 

Palestrante

Psicóloga, mestre em Psicologia Clínica pela PUC-Campinas, doutora pela UERJ e pós-doutora pela PUC-Campinas. Professora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Terapeuta Cognitiva certificada pela Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (FBTC). Especialista em Psicologia Clínica pelo Conselho Federal de Psicologia. Sócia fundadora da FBTC.

A Neurociência do Stress

Dr. Lázaro Alessandro Soares Nunes
 

Nesta conferência serão abordados os mecanismos fisiológicos do stress e sua relação com a neurobiologia, a utilização dos biomarcadores de stress físico e psicológico na comunidade, ambiente corporativo e no esporte. Uma ampla base de dados de pesquisas realizadas com atletas de elite será apresentada, com ênfase na aplicação do cortisol, alfa amilase salivar entre outras análises realizadas durante treinos e competições.

 

Palestrante

Farmacêutico-Bioquímico graduado pela Universidade Federal de Alfenas –UNIFAL

Doutor e Mestre em Biologia Funcional e Molecular – Área Bioquímica pela Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP

Pós-Doutorado em Biologia Funcional e Molecular - UNICAMP

Professor do Curso de Pós-graduação em Nutrição Esportiva Funcional VP Nutrição Funcional

Autor do Livro Exames Laboratoriais no Esporte

O Estilo do Pensar, Stress e Bem-Estar em Idosos

Profa. Dra. Tatiana de Cássia Nakano CRP 06/66947
Docente do curso stricto sensu em Psicologia da PUC-Campinas
Presidente da Associação Brasileira de Criatividade e Inovação

 

A apresentação irá enfocar os resultados de um estudo que teve, como objetivo, investigar a relação entre estilos de pensar e criar, bem-estar, saúde percebida e estresse na terceira idade. Para isso, 123 idosos (98 mulheres e 25 homens), com idades entre 60 a 90 anos (M=68,35; DP=7,4) respon- deram a Escala de Estilos de Pensar e Criar, Escala de Saúde Mental Positiva, Escala de Estresse Percebido e um questionário sociodemográ co. Análises de ρ de Spearman e uma rede de correlações parciais regularizadas foram utilizadas para investigar as relações entre os construtos avaliados. Os resultados mostraram que os estilos que mais se relacionaram, de forma positiva, com as variáveis de saúde, bem-estar e estresse foram os estilos inconformista-transformador e emocional-intuitivo. Os resultados podem ser utilizados no sentido de se estimular as características encontradas em tais estilos,  de modo a atuarem como fatores positivos para a qualidade de vida na maturidade

 

Palestrante

Docente do curso de pós-graduação stricto sensu em Psicologia da PUC-Campinas, pesquisadora da linha de Instrumentos e processos em avaliação psicológica. Pós Doutorado na Universidade São Francisco (2009) e Doutorado em Psicologia como Profissão e Ciência (2006) pela PUC-Campinas, durante os quais a pesquisadora desenvolveu teste psicológico para avaliação da criatividade figural de crianças (publicado sob o título "Teste de Criatividade Figural Infantil"). Pesquisadora produtividade nível 2 CNPq. Atua principalmente na área de Avaliação Psicológica, Criatividade, Altas Habilidades /Superdotação, Inteligência, Competências Socioemocionais, Psicologia do Esporte e Psicologia Positiva. Presidente passado da Associação Brasileira de Criatividade e Inovação (Criabrasilis, 2014-2017), membro colaborador do Conselho Brasileiro para Superdotação (Conbrasd, 2018-2020) e membro do grupo de trabalho Psicologia Positiva e Criatividade na Anpepp. 

Stress e sua Influência no Desenvolvimento do Câncer e na Metástase 

Cristiano Pereira de Oliveira CRP 07/20477

UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

 

 

Palestrante

Psicólogo, especialista em Psico-Oncologia e psicoterapia Cognitivo Comportamental e em Psicologia Clínica e Hospitalar pelo Conselho Federal de Psicologia. Mestre em psicologia na área de concentração em psicologia clínica pela PUCRS. Doutorando em Psicologia do Desenvolvimento pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

O Stress e suas Implicações para o Indivíduo, a Empresa e a Sociedade

Dra. Marilda Emanuel Novaes Lipp CRP 06/16187

IPCS - Instituto de Psicologia e Controle do Stress

Desde há algum tempo, antes da pandemia, o mundo do trabalho estava mudando. Trabalhadores almejavam maior flexibilidade e melhor qualidade de vida e já estavam reivindicando melhores horários e menor pressão em termos de metas irrealistas.  Esta visão mais contemporânea do significado do trabalho se fortaleceu com o advento da pandemia. Com a COVID-19, as pessoas foram subitamente confrontadas com novas formas de trabalho. Com creches e escolas fechadas, ocorreu a desestabilização do apoio aos cuidados dos filhos.  Para muitos, isso resultou em uma perda de controle da gestão do tempo de trabalho e tempo pessoal com um desequilíbrio do contínuo trabalho não trabalho. No esquema tradicional, a ida ao local de trabalho leva a uma segmentação das duas condições, enquanto que no remoto, há um contexto de integração. Os trabalhadores de todos os níveis não estavam e não estão   preparados para lidar um novo modo de fazer. E como toda mudança tem em seu bojo a possibilidade inerente de gerar stress, temos mundialmente uma multidão de pessoas suportando vários níveis de stress e, consequentemente, empresas estressadas e sociedades que mostram as feridas e cicatrizes do stress excessivo. Não é somente o indivíduo, no seu mundo microscópico que está atualmente sendo impactado pela força devastadora das tensões e demandas presentes. Não há empresa, nem sociedade que exista no vácuo, pois por definição elas se constituem de pessoas e são essas pessoas, agora estressadas, que dão o caráter preocupante de uma realidade deprimida e ansiosa. Proclama-se que após a pandemia da COVID-19 ocorra ou que já está ocorrendo a pandemia do transtorno mental. Como as empresas congregam um número grande de indivíduos, cabe a elas e não somente aos Governos tomarem medidas que promovam um restabelecimento de equilíbrio em seus colaboradores e, por extensão, da sociedade no geral. A situação clama por uma nova modalidade de liderança que amenize o peso da dor emocional. Cuidando dos trabalhadores está também cuidando da sociedade. O novo líder precisa ter flexibilidade para se ajustar às demandas de uma nova sociedade. Algumas medidas estratégicas que as empresas podem adotar incluem:

  1. Incentivar pausas durante o dia, bem como pausas mais longas na forma de férias. O escritório tende a fornecer um contexto que naturalmente propicia pausas como almoço com colegas de trabalho, rituais do cafezinho, etc. São pistas sociais que induzem ou propiciam pausas dentro de um ambiente de escritório e que, certamente, inexistem quando se trabalha em casa por isto é importante que os supervisores aconselhem seus liderados sobre esta pratica;
  2. Fornecer apoio para os cuidados de filhos, pais idosos ou doentes, de modo que os trabalhadores tenham maior tranquilidade para executarem suas tarefas no trabalho. O trabalho híbrido com horários flexíveis pode ser uma solução;
  3. Se o trabalho for continuar on-line, a empresa deve fornecer informações sobre ergometria  a fim de evitar a síndrome do cansaço da tela ou doenças musculares;
  4.  Acima de tudo, o novo líder tem a responsabilidade de avaliar seus valores e expandir sua capacidade de empatia frente ao sofrimento dos seus colaboradores e de si mesmo.

 

Palestrante

Psicóloga pela American University. Mestre e PhD. pela George Washington University. Pós doutorado com bolsa da FAPESP em stress social realizado no National Institute of Health (Orientador Dr. David Anderson) dos EUA. Presidente Emérita da Associação Brasileira de Stress, Membro do Conselho Cientifico da ABQV. Diretora presidente do Instituto de Psicologia e Controle do Stress (IPCS). Membro da Academia Paulista de Psicologia onde ocupa a cadeira numero 7 - Oscar Freire. Foi presidente da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (período de 2014-2018). Membro do Conselho Consultivo da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas ? FBTC. Tem vasta experiência na área de stress e qualidade de vida no Brasil, Estados Unidos, China e Europa. É autora/co-autora de 25 livros sobre stress e mais de 100 artigos científicos. Conduz pesquisas e treinamentos, profere palestras e assessora algumas das maiores empresas no Brasil nas áreas de stress, produtividade, bem estar e qualidade de vida. Responsável cientifica pela implantação de programas de controle do stress nas Secretarias de Segurança Pública dos Estados de Mato Grosso, Sergipe, Ceará e Tocantins.